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"Carta de um praça é uma analogia que faço a nossa PMERJ e incluo nossos irmãos CBMERJ e sua realidade. E a vocês, futuros colegas de farda , reflitam. Não convido aqui a uma revolução e sim lutar pelos nossos direitos. Costumo dizer que juntos somos fortes unidos somos imbatíveis" (Douglas Arcanjo)
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Educação começa em casa. Pode ser um chavão, mas é por meio das relações familiares que as crianças aprendem de que maneira agir em sociedade, reproduzindo essas experiências nas escolas e nos relacionamentos futuros.

Casos constantes e intensos de desobediência podem se transformar numa doença comum em crianças e adolescentes: o transtorno desafiador opositivo. Ao se deparar com ocorrências dessa natureza, poucos pais e professores conseguem reverter o quadro.

"No transtorno desafiador opositivo nos deparamos com crianças que apresentam sintomas severos, provocando graves prejuízos em sua vida acadêmica e social e interferindo muito no relacionamento com membros da família", conta Gustavo Teixeira em "O Reizinho da Casa".

Gustavo Teixeira lembra que, quanto mais precoce for a intervenção de pais, professores e profissionais da saúde, além de facilitar o início do tratamento, melhores são os resultados.

"É muito importante ressaltar que o transtorno desafiador opositivo é muito mais do que aquela 'birra' ou desafio típico de uma criança, que seria, na verdade, uma simples reação contextual de oposição", diz. "Devemos entender também que um comportamento opositivo temporário é comum, fazendo parte do desenvolvimento normal da criança, tendo inclusive um aumento natural durante a adolescência".

Segundo Teixeira, "o início do uso abusivo de álcool e outras drogas merece especial atenção nesses casos, pois os conflitos familiares gerados pelos sintomas do transtorno, comportamentos de oposição e de desafio podem facilitar o envolvimento problemático com essas substâncias no futuro".

"Com frequência, essas crianças e adolescentes têm baixa autoestima e baixa tolerância às frustrações, humor deprimido, ataques de raiva e poucos amigos, pois costumam ser rejeitados pelos colegas por causa de seu comportamento impulsivo, opositor e de desafio às regras sociais do grupo".

Com o subtítulo "Manual para Pais de Crianças Opositivas, Desafiadoras e Desobedientes", o livro "O Reizinho da Casa" apresenta técnicas, com exemplos de casos clínicos, para lidar com esses comportamentos.
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Cinco pessoas foram presas em flagrante desde sexta, 14, até a noite de ontem, acusadas do envolvimento com os ataques a ônibus na Capital. Um homem morreu em troca de tiros com a PM, durante a manhã de ontem, no Barroso. Ele foi identificado como Vanderson Barroso de Araújo, 24. “Houve identificação (dos acusados) do caso da BR-116 (em Messejana) e passamos a diligenciar para prendê-los. No confronto, um deles tombou sem vida e outro foi preso”, detalha o comandante geral da PM, coronel Lauro Prado. Um dos presos ontem foi identificado como Assis Nunes da Silva, 48.

Na madrugada da última segunda, 17, já haviam sido presos Carlos Darlly Oliveira da Silva, 29, e Francisco Yuri Teixeira Pinto, 18. Quando foi preso, segundo a Polícia, Carlos se identificou como Sergiano Gomes Maia, 24. O delegado geral da Polícia Civil, Andrade Júnior, informou que quatro dos cinco presos têm passagens pela Polícia. “São pessoas ligadas a crimes de roubo e tráfico”. Os outros dois capturados ontem não tiveram identidade informada. 

Estratégia

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) criou estratégia para conter os ataques a ônibus em Fortaleza. A ideia é aliar trabalho de inteligência policial a abordagens intensivas nos coletivos. O trabalho integra, desde ontem, a operação Coletivo Seguro. A prioridade do reforço é contemplar 40 linhas de ônibus e 15 de vans consideradas mais vulneráveis em Fortaleza, além de 30 vias percorridas por linhas de ônibus mais assaltadas.


A estratégia da operação prevê ações que abrangem abordagens a revistas de passageiros, além de um trabalho de inteligência com policiais dentro dos veículos. O trabalho da comunidade também é evidenciado, por meio de denúncias. Conforme o delegado Fernando Menezes, titular da Coordenadoria Integrada de Planejamento Operacional (Copol), já vinha sendo realizada há dois meses uma parceria com sindicatos de empresas de transportes com troca de informações. “A partir do confronto aos dados da secretaria, obtivemos alguns resultados das linhas que incidiam maior quantidade de crimes em coletivos”, explica.


O número de policiais que serão empregados na operação ainda não foi divulgado. “O comandante de cada área vai informar a necessidade de ampliar o número do efetivo na área de atuação. Essa primeira semana será de experiências e adaptações”. O delegado comentou que a operação não vai garantir que mais ônibus sejam queimados. “É uma resposta rápida e efetiva aos atentados. O que nós estamos proporcionando a partir de hoje é uma maior efetividade na polícia preventiva”, completa Fernando. 

 Por O Povo
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Um presidiário de 29 anos é investigado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária de Goias (Sapejus) após fotos dele fazendo sexo com uma mulher serem postadas em uma rede social. As imagens foram registradas pelo próprio detento, com um celular. A Sapejus investiga se as fotos foram feitas dentro do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana.


A postagem diz que a mulher é uma prostituta. Nas fotos, ambos estão nus. O rapaz está preso em regime fechado desde 2010, segundo a Sapejus. Ele foi condenado a 26 anos de prisão pelos crimes de tráfico de drogas, tentativa de homicídio e lesão corporal.

A Sapejus afirma que também abriu um procedimento administrativo para, caso a foto tenha sido feita dentro do presídio, apurar se houve participação de algum servidor.

Em 2011, o jovem tentou fugir da Penitenciária Odenir Guimarães (POG) vestido de mulher. Na ocasião, ele usou peruca, bijuterias e enchimento nos seios, mas foi barrado pelos agentes penitenciários ainda no primeiro portão de saída.

Por G1
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O Tribunal de Justiça do Distrito Federal confirmou sentença do juiz que que condenou um motorista por homicídio culposo baseado não no Código Penal, mas no Código Brasileiro de Trânsito. 

O réu teria atropelado e matado uma pessoa que atravessava a via numa faixa de pedestre.

A defesa alegou a inconstitucionalidade do artigo 302 do Código de Trânsito, uma vez que pena no Código penal para o mesmo crime é menos severa. 

Não há conflito na decisão. 

O código penal é lei geral, dispõe sobre crimes de forma ampla, e como o próprio nome sugere, generalista.

Já o código de Trânsito é lei especial, por que regula a matéria, especifica o crime, as circunstâncias, as penalidades, as agravantes e atenuantes. 


Se no Código penal, a pena para homicídio culposo, sem intenção de matar, varia de 1 a 3 anos de prisão, no Código de Trânsito, o culpado pode pegar de 2 a 4 anos de detenção.

Mas, para o réu não muda muita coisa. Ele não tem do que reclamar. A sentença condenatória foi um presente de Papai Noel para ele. Porque mesmo, recebendo uma punição um pouco mais severa, não vai ser preso por ter matado o pedestre na faixa. 

A pena foi convertida em prestação de serviço e suspensão do direito de dirigir. Quanto rigor hein! 

Esse tipo de pena alternativa não passa de um eufemismo para impunidade.

Texto de Rachel Sheherazade
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Uma simples ocorrência quase acaba em tragédia no município de Tauá, no Ceará. Durante uma ocorrência de perturbação ao sossego alheio, um policial foi alvejado na altura do abdômen por um indivíduo que conseguiu tomar a arma do PM. Nove tiros foram disparados contra o militar.

De acordo com o Portal Russas News, os policiais foram desacatados por um sujeito identificado como Júnior, o qual é guarda municipal. Ele foi preso, mas conseguiu romper as algemas, tomando a arma do policial Rian. Dos nove disparos, um atingiu o militar, que foi salvo graças ao colete balístico.

Que os nossos companheiros fiquem atentos a não subestimar ocorrências de menor risco - coisa que não há. E a Sociedade, que aprenda a reconhecer que quando o policial toma uma postura inicial mais ríspida, rigorosa quanto à sua atuação, o faz pela segurança de todos os envolvidos - do cidadão e do próprio profissional.
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Mais um ônibus foi queimado em Fortaleza na noite da última segunda-feira (17). A ação aconteceu pouco depois da meia-noite, na altura do km 11 da BR-116, em Messejana. Esse foi o 6º ônibus queimado em menos de 48h.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, ninguém ficou ferido. O veículo pertencia à empresa Vega e ficou completamente queimado. Poucas horas antes, no começo da noite de segunda-feira (17), dois homens atearam fogo contra um ônibus que trafegava pelo bairro Cigana, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza.

Quatro outras ações do tipo no fim de semana

Uma série de ataques a ônibus foi registrada em Fortaleza no último fim de semana. Na noite de domingo (16), quatro ônibus foram incendiados. No Conjunto Ceará, dois homens em um Polo Sedan preto jogaram gasolina em dois ônibus e atearam fogo nos veículos. Um vigilante que estava no local chamou os motoristas e cobradores que conseguiram apagar o fogo.

Outros dois ônibus foram totalmente queimados no Jardim América e na saída do terminal do Siqueira, também na noite de domingo. Já a sede da Secretaria de Justiça (Sejus), no bairro Aldeota, foi atacada a tiros por volta das 22h30 de domingo.

Por Diário do Nordeste
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O Comando de Policiamento do Interior (CPI) registrou, durante as últimas 24 horas, três homicídios no interior do Ceará, nos municípios de Cariús, Umirim e Sobral. Além disso, 33 pessoas foram presas e oito armas foram apreendidas no interior do Estado. 

Em Cariús, um homem foi assassinado pelo ex-companheiro de sua mulher, com golpes de faca. Os outros dois crimes desta segunda-feira, 17, foram a bala. Em Sobral, a vítima identificada como João Batista Januário Holanda, 23 anos, foi morto a tiros.

O último crime foi registrado em Umirim, 109,5 km de Fortaleza, por volta das 22h18min de segunda. Mardey Wiynem Uchoa Viana, de apenas 18 anos, foi alvejado com cinco tiros quando estava em uma calçada da rua Nossa Senhora da Natividade. Os criminosos, dois homens em uma motocicleta, fugiram em seguida. 

Por O Povo
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O governador Cid Gomes (Pros) enviou à Assembleia Legislativa, em regime de urgência, o projeto que cria o Sistema de Compensação por Cumprimento de Metas na área de segurança pública. Um projeto complementar criar também o Fundo de Incentivo ao Cumprimento de Metas do Ceará (Fumece), de onde sairá o pagamento aos policiais que contribuírem para a redução dos índices de criminalidade.

O projeto autoriza Cid a remanejar R$ 120 milhões do orçamento estadual para o fundo, dos quais R$ 90 milhões serão destinados à Polícia Militar e outros R$ 30 à Polícia Civil. A organização e operação do fundo ficarão a cargo da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

No projeto, Cid diz que o sistema de compensação se deve à implementação de “uma nova sistemática de segurança pública, baseada no estabelecimento de metas, com a criação e compatibilidade territorial de regiões”. O Estado será dividido nas chamadas “Áreas Integradas de Segurança” – AIS. As metas serão estabelecidas pelo secretário da SSPDS, Servilho Paiva. Cada AIS terá metas específicas. 

A distribuição da compensação ocorrerá a cada três meses. O texto diz que o cálculo da compensação levará em conta a participação dos servidores no resultado do cumprimento das metas. Não há referência a valores. A proposta começa a tramitar amanhã e passará pela Procuradoria da Assembleia e pelas comissões técnicas da Casa. A previsão é que a votação em plenário ocorra já nesta quinta-feira, 20.

A compensação por incentivo de metas foi anunciada por Cid em dezembro e é mais uma tentativa de frear os crescentes índices de criminalidade no Estado.

Por O Povo
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Um crime brutal, incompreensível e repudiado pela sociedade, a pedofilia é ainda mais repulsiva, porque é cometida, na maioria dos casos, por pessoas que têm vínculo consanguíneo ou de afetividade com as vítimas. As crianças e adolescentes são molestadas, geralmente, em espaços íntimos, em que deveriam se sentir seguras, como suas casas.

No Ceará, em 2013, a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) registrou 3, 2 mil Boletins de Ocorrência (B.O.S) sobre possíveis delitos contra menores. São cerca de nove denúncias por dia.

O crime que teve mais inquéritos instaurados pela Especializada, foi o estupro de vulnerável. Dos fatos denunciados e apurados, 220 casos desta natureza foram comprovados e enviados ao Poder Judiciário.

A escrivã chefe da Dececa, Andrea Covas, disse que no Ceará o pai e o padrasto aparecem como principais abusadores de crianças e adolescentes. "A grande maioria das pessoa que abusaram são próximas da criança. O pai e o padrasto estão em primeiro lugar, mas há também muitos registros de tios, professores, vizinhos, porteiro da escola. É muito difícil que seja um estranho".

Uma pesquisa nacional do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) diz que 38% das crianças atendidas, são molestadas pelo pai; 29% pelo padrasto; 15% pelo tio; 9% pelo vizinho;e 3% por um desconhecido. Um estudo do Ministério da Justiça confirma que 63,4% das vítimas são meninas e 95,7% dos agressores são homens.

Aproximação

Segundo Andrea Covas, os pedófilos procuram mecanismos para se aproximarem das crianças e criar vínculos, para terem sempre acesso a elas. "Quem tem estas tendências procura, inclusive profissões, que envolvam crianças. Tanto é, que quando são abusadas, as vítimas preferem não contar à mãe. Acham que elas não acreditariam, por conta do vínculo da família com o suspeito".

A delegada titular da Dececa, Ivana Timbó, afirmou que não há um perfil bem traçado dos pedófilos, mas eles têm algumas características em comum. "Têm a autoestima baixa. Quando admitem que abusaram, se antecipam logo em dizer que são doentes. A maioria nega".

A delegada lembra que alguns pedófilos reincidem no crime. "Eles costumam ser logo condenados. É um crime imperdoável. Aqui na Dececa, não toleramos o abuso e a exploração infantil. As pessoas estão mais engajadas no nosso trabalho e têm denunciado mais, seja vindo na delegacia, seja telefonando".

Por Diário do Nordeste
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